Grafite ou pichação é arte? Dória faz a limpa em São Paulo

Não basta somente limpar a sujeira das pichações, é preciso prender os vândalos que emporcalham a cidade.
O prefeito de São Paulo João Dória iniciou sua administração dando exemplo aos demais prefeitos do Brasil.
Além de limpar os rabiscos, está cobrindo os excessos de grafite, que se tornaram praga
Os miliantes – no caso, pichadores – vem sendo identificados nas redes sociais e a Secretaria de Segurança Pública promete tomar providências.

Quanto aos grafites:
Ações de substituir os tais grafites por superfície limpa causou indignação aos manos que se acham os “Michelangelos do Terceiro Mundo”. Não que eles não possam ter espaços para praticar sua “arte sublime e transcendente”, mas a questão é que isso virou excesso e poluição visual, além de dar um aspecto tenebroso de subdesenvolvimento às nossas metrópoles.
Os adeptos da cultura do politicamente correto podem se indignar com minha opinião, fazer patrulha ideológica, muito mimimi, mas a realidade é essa: centro de cidade tem que ser visualmente limpo e não essa favela horrorosa que tem se tornado nossos muros que misturam desenhos ultra coloridos com, sobre eles, caracteres alfabéticos de facções criminosas e gangues.

Para civilizar nosso país, é preciso recuperar o referencial de arte e de bom senso. Isso será inviável enquanto predominar o senso comum politicamente correto da Esquerda, a ditadura dos ofendidinhos que exalta a barbárie e o lumpen.

Resumindo: pichador não é artista é vândalo. Grafite tem lugar, e seu lugar não é na cidade inteira. Parabéns Dória e que isso sirva de exemplo aos demais prefeitos do Brasil.

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