UFPR Litoral publica nota em defesa de seus vândalos – resposta


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“Se ensinares, ensina ao mesmo tempo a duvidar daquilo que estás a ensinar.”
José Ortega y Gasset

É absolutamente evidente a falência das universidades brasileiras. O mote absoluto do ensino no nosso país (público e privado) é o marxismo, com suas pautas carregadas de discursos de ódio e louvores a esta ideologia genocida, totalitária e perversa. O porquê, eu não sei. O marxismo sozinho matou mais de 100 milhões de pessoas e deixa até hoje países ricos – como era o caso da Venezuela – na mais absoluta miséria. O estranho e triste é perceber que este farol quebrado e sem lanterna, é quem norteia o que deveria ser o templo máximo do saber humano. O local onde os alunos (escolhidos após exaustivas horas de estudo e preparação para o vestibular) entrariam em contato com tudo o que nos define, nossas maiores realizações, nossos mais grandiosos pensadores, enfim, tudo aquilo que nos é único. O que é atemporal! Este templo, o qual deveria ser dedicado à inteligência e sabedoria, é hoje em dia, nada mais do que um apanhado de rostos tristes. Os quais só encontram realização em “revolucionar” aquilo que nunca chegaram a apreender em toda a sua totalidade, quem dirá a sugar o sumo único que torna uma abstração, um insight, um pensamento ou uma obra, algo universal. Tudo que vi, desde as “obras de arte” até a falta preservação dos espaços coletivos, era de um panfletarismo relaxado e canhestro. Não me admira que mais da metade dos formandos brasileiros seja de analfabetos funcionais. Eles sabem ler, mas são incapazes de interpretar um texto.  Onde nossa inteligência foi parar?

Digo-lhes: à partir da década de 60, quando os militares tomaram o poder, preocuparam-se em combater a luta armada e influenciados pela teoria da “panela de pressão” deram (literalmente) de presente à esquerda as nossas universidades. Ali e só ali eles poderiam existir. O que eles não imaginavam, e o que assistimos agora estarrecidos é que a esquerda passou com os anos a exercer uma total hegemonia sobre o ensino brasileiro e tudo o que ele produz. O resultado está nos vergonhosos testes realizados com alunos do mundo inteiro, nos quais, nossos alunos sempre tiram os últimos lugares. Não somos referência para ninguém. Parem com isso!

Não seria o momento para uma mudança? Para o escrutínio de nossos métodos educacionais? De um exame profundo a todo o conteúdo ministrado em salas de aula Brasil a fora? Que nada! A resposta dos mais letrados, apoiados pela grande mídia militante e uma acuada opinião pública é: não está dando certo, porque não somos de esquerda o suficiente! Sabe do que mais? São estes malditos costumes cristãos! Vamos sumir com isso, enfiar mais esquerda ainda na cabeça dos estudantes que daí vai dar certo! Pode confiar! Sem erro!

O resultado? A universidade, não mais ensina, sua função se tornou a de ecoar o discurso da esquerda, bem como o de incuti-lo como verdade única e incontestável na mente dos nossos jovens, os quais inocentemente se atracam a ele em um caótico “abraço dos afogados”. Seu objetivo secundário é o de dar um trato lustroso às maiores atrocidades cometidas por governos contra seus povos, através do apoio aberto e escancarado que a maioria dos professores destas instituições dá a regimes totalitários como os de Cuba, Venezuela, China, Coréia do Norte e congêneres. Sem esquecer a cereja do bolo: através da ocupação militante das principais cátedras do país fingir descaradamente que fascismo e nazismo não são de esquerda, isso enquanto fazem com a nossa cultura exatamente o que estes dois fizeram na deles – silenciar todas as vozes dissonantes e ignorar toda e qualquer crítica. Experimente fazer o que eu fiz e filmar estes ambientes, ou simplesmente criticá-lo. A resposta vai ser sempre um chilique fingido com ares de superioridade. Formamos analfabetos funcionais e tiramos os últimos lugares em testes internacionais, mas somos os melhores e cale a boca!

 

Tudo isso foi escancarado no vídeo que mostra as dependências da UFPR Litoral, localizada em Matinhos-PR. Quase todas as paredes estão pichadas com frases de ódio e ideologias falidas que não deveriam em hipótese alguma estar numa instituição pública e tradicional como é a Universidade Federal do Paraná. Lá só existia o discurso marxista, e mais nada.

Tal vídeo alcançou seus objetivos: mostrar a situação da educação brasileira e causar comoção de todos os lados.

Deixo claro que, justamente em respeito aos alunos sérios da instituição, a situação degradante que torna o campus com aspecto de cadeião precisa ser exposta.

A UFPR Litoral postou em seu site uma nota oficial em defesa de vândalos e doutrinadores. Publico aqui minha resposta para todas as questões. Minhas observações estão em laranja e se intercalam com o texto da universidade.

 

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“A universidade pública brasileira está sob ataque . (Contra-ataque às doutrinações impostas aos seus alunos) Partidos (cite quais), governos (desconheço), setores da mídia (não da Globo que é um verdadeiro reduto do PSOL) e indivíduos nas redes sociais vêm se dedicando a propagar o ódio (quem propaga o ódio chamando de fascistas todos os que não concordam com o genocídio comunista, pelo que vi nas paredes pichadas, é a própria universidade),  à instituição, à arte (ódio à arte é usar uma exposição como desculpa para o mais ralo panfletarismo. Os mesmos mantras de gosto duvidoso que vemos em todas as instituições de ensino país afora. Cheia de palavrões, ódio aos homens, à instituição do casamento, da família e da maternidade. Um mais do mesmo. Parecia propaganda partidária) e à ciência (vi tudo menos ciência nas paredes vandalizadas do campus), por meio da ignorância (ignorância é defender a ideia mais desastrosa da história da humanidade, no caso, o marxismo. Segundo Marx: “para o advento do comunismo, povos e nações devem ser DIZIMADOS”. Como é possível ter a pachorra de defender isso e chamar quem discorda de ignorante? Vamos esquecer que o marxismo matou negros e homossexuais como quem palitava os dentes e ainda assim posar de santos, defensores das minorias e detentores únicos da verdade e da virtude. Sentiu o nível? Tenha dó!), do preconceito (vi somente dizeres racistas e com preconceito de classe atacando a “burguesia” que paga aquela estrutura com seus impostos exorbitantes, ou seja, os próprios pais desses alunos tão carentes de educação e de carinho) e da mentira (o marxismo é a maior mentira da nossa era e é isso que é ensinado na tal instituição) – expressões oportunistas da crise por que passa a sociedade atual (crise em grande parte provocada pela doutrinação criminosa imposta nas universidades, e pela cumplicidade do meio acadêmico em geral à gastança populista que garantiu a manutenção de um único partido no poder, e que ainda por cima emprestou o seu prestígio para chancelar o último governo, assim como silenciou diante de seus mais flagrantes erros.).

Como parte integrante da mais antiga universidade brasileira, a UFPR Litoral também foi alvo recente da mais destrutiva intolerância (intolerância com a mentira e o ódio propagados em tão tradicional instituição), que reivindica o monopólio do que é bom (quem o faz é a própria universidade, o que, tendo em vista os resultados expostos não é o caso do ensino ali dentro), belo (pichações não o são) e verdadeiro (o marxismo não o é). Ninguém o tem (muito menos a UFPR Litoral).

Diante disso, a direção do Setor Litoral da UFPR vem a público para reiterar o papel histórico da universidade, no mundo, no Brasil e no Litoral do Paraná. Qual? O De proteger vândalos pichadores? Dar a eles a chancela de um título de bacharel? Para que? Para que a nossa juventude faça o trabalho sujo de vocês? A Universidade tem roubado futuros, destruído sonhos e fabricado má educação.

A universidade é uma instituição milenar que sempre ocupou papel central no desenvolvimento das nações. Nos períodos de obscurantismo e autoritarismo, ela foi o refúgio do pensamento livre, da vanguarda da criação artística e intelectual, da tolerância, da diversidade e do conhecimento científico. É um patrimônio de toda humanidade, essencial para seu progresso. (Concordo plenamente que pelo menos deveria ser)

A universidade muda a realidade dos lugares onde ela instala. Foi assim em todo o Brasil e no Litoral do Paraná. A UFPR Litoral tem uma larga folha de serviços à região e às suas cidadãs e cidadãos: (Só vi vandalismo naquele prédio. Se fosse este mesmo o caso, a instituição seria um espelho das inquietudes mais íntimas dos seus estudantes. E qualquer um em contato com elas, sairia enriquecido de lá. Sim, porque se você muda um lugar de forma positiva, você tem algo para ensinar que se reflete em suas paredes, em suas instalações, ao seu redor. Não é o caso. O que vi lá foi o dinheiro público sendo usado por uma pelegada esquerdista para a formação da militância futura. Se os alunos que estão lá construirão nosso futuro, só posso dizer que ele é vermelho e sombrio)

– desde sua instalação, milhares de pessoas tiveram um inédito acesso ao ensino superior público e gratuito (pelo que vi, muito caro), na graduação e na pós-graduação, em uma das melhores instituições universitárias da América Latina;

  • a UFPR Litoral contribui para o ensino superior deixar de ser um sonho distante e tornar-se realidade palpável na região, inclusive para as camadas mais pobres e historicamente marginalizadas de direitos de cidadania; Formando vândalos (pichadores), feministas (que apenas atacam a família e são incapazes de perceber que se lutam pela liberdade feminina, não deveriam atacar as mulheres que por escolha própria optaram por um papel tradicional. Se o objetivo único é atacar quem opta por isso, então a única coisa que você não está defendendo é a liberdade! E ainda por cima exigem que reconheçamos propaganda de ódio contra a mulher como arte. Haja saco!) e drogados (que colocam a bandeira da causa da maconha numa árvore dentro do campus)? Pelo que vi, a UFPR parece estar marginalizando seus alunos.
  • desde a instalação do campus, o município de Matinhos obteve o maior crescimento no setor de serviços de toda a região, muito superior às médias do país e do estado. Ótimo, para isso servem as universidades também.
  • a universidade trouxe ganhos para as relações econômicas, com seus egressos qualificados e a dinamização de várias atividades produtivas. Centenas de servidores e milhares de estudantes para cá vieram, vinculando-se à região, gerando trabalho, renda e arrecadação para os municípios. Então que sejam responsáveis e eduquem devidamente essas pessoas.
  • com a universidade ganham também as relações sociais e culturais de nossas cidades, através de projetos premiados e reconhecidos nacional e internacionalmente, de extensão e pesquisa, sob a coordenação de docentes e técnicos altamente qualificados, que atendem a população com estudantes universitários comprometidos socialmente, abrindo novas perspectivas para a juventude local. Certamente não contam os vândalos e os propagadores do ódio, bem como o baseadinho rolando solto às custas de dinheiro público.

A universidade é de todo o povo (não só dos marxistas). Ela deve ser plural (não só dos marxistas), combater toda forma de opressão (inclusive contra a Família e a “burguesia”) e abrir-se à crítica respeitosa, democrática e republicana (ao invés de postar nota criticando quem o faz, para defender seus alunos vândalos e fascistóides). Com ela, reafirmamos nosso compromisso e o convite para que todas as pessoas conheçam e vivenciem seu projeto pedagógico. Mesmo que essas pessoas não sejam marxistas? Aham… Não foi isso mesmo que eu fiz? Ah! entendi! se você vir uma instituição pública virar salão de visitas de projetos totalitários de poder como o é o Foro de São Paulo, ou ser pichada como se fosse uma cadeia, você não pode se indignar, viu? Você como cidadão não é nada, só serve mesmo é para pagar a conta! Isso enquanto tudo o que os alunos fazem lá dentro, desde o seu trato com a estrutura do lugar até o conteúdo dos seus trabalhos, é tudo menos “respeitoso, democrático e republicano”.

***

 

Ou seja: ao invés da direção do campus pedir desculpas à sociedade pela depredação do patrimônio público e fazer um trabalho de conscientização em seus alunos ou mesmo repreendê-los pelo vandalismo e pelo ódio espalhado por tudo, posta nota criticando quem critica. A postura da Universidade em sua nota, não só é lamentável como demonstra que para ela quem a critica, não tem pensamento crítico. Pense bem, é uma instituição enorme. Sua resposta demonstra apenas o mal-estar em serem desmascarados enquanto estavam lá de boa doutrinando toda uma nova geração longe dos olhos dos pais, os quais provavelmente se mataram de trabalhar a vida toda para que os filhos tivessem a chance de estudar.

Sonho com uma universidade que edifique o conhecimento e a virtude, não a ignorância, a criminalidade e o ódio.
Sonho com uma universidade que forme doutores, e não uma horda de militantes da ideologia que mais matou, torturou e roubou em toda a história da humanidade.

 

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