Minhas ideias






  • DESBUROCRATIZAÇÃO

    Muito ajuda quem não atrapalha. Reduzir a burocracia é fator primordial para a criação de um ambiente propício a novos negócios e ao crescimento de empreendimentos já em funcionamento. Uma cidade inteligente não pode ter uma legislação restritiva ao empreendedorismo porque é este que verdadeiramente gera riqueza, empregos e inovação. Se queremos uma cidade moderna e viva, a burocracia estatal deve sair do caminho.

  • FAMÍLIA EDUCA. ESCOLA ENSINA

    Os valores primordiais na formação de uma criança devem partir da família. A escola deve ser um ambiente de transmissão de conhecimento, respeito, tolerância, mas nunca de imposição ideológica. É fundamental fomentar a parceria com a iniciativa privada por meio de vouchers, além de respeitar os pais que querem aderir ao homeschooling.

  • SEGURANÇA PARA O CIDADÃO DE BEM

    Acredito na necessidade de reprimir marginais e o combate a criminalidade por uma policia presente , bem treinada, bem equipada e bem remunerada. No âmbito municipal é necessário o aumento do efetivo; substituir os módulos fixos por módulos móveis e investir no equipamento e treinamento e valorização dos nossos guardas municipais.

  • COMBATE À CORRUPÇÃO

    Políticos servem ao povo e não o contrário. A gestão estatal deve ter seus gastos rigorosamente auditados por empresas externas. Devemos levar a Lei da Transparência as ultimas consequências, exigir o estrito cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal e enxugamento da máquina pública. No âmbito municipal, defendo que o legislativo cumpra seu papel fiscalizador, além de que haja uma maior interação nas redes sociais com o cidadão buscando sempre a transparência plena.

  •  COOPERAÇÃO SOCIAL E AUTONOMIA INDIVIDUAL

    Entendo que a cooperação, as trocas voluntárias e a autonomia da vontade devam prevalecer sobre toda forma de coerção dos modelos estatistas. Também se faz necessária a prioridade a iniciativa privada, aos pequenos negócios e a valorização do mérito individual.

  •  VALORIZAÇÃO DOS ESPAÇOS CULTURAIS

    Acreditamos que os espaços culturais estejam subutilizados e restrito a própria classe artística, afastando o grande público dos mesmos. Defendemos a valorização do acervo cultural de nossa cidade e a restituição ao grande público, atendendo as suas demandas e interesses.

  •  FEDERALISMO

    O poder deve estar mais próximo daqueles a quem interessam as soluções. A concentração de poder em poucas mãos fomenta a corrupção e o descaso com o dinheiro dos impostos pagos pelo cidadão.

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  • Projetos para Curitiba

– Emissão Simplificada de Alvarás de Funcionamento

Existe uma presunção por parte do poder publico de que o cidadão sempre atuará contra as normas. Esta é a verdadeira causa da burocracia para, por exemplo, conseguir abrir um negócio em qualquer lugar do Brasil. Mas Curitiba merece ser mais livre e próspera. Para isso propomos que o procedimento para emissão de alvarás de funcionamento deva ser simplificado e deva funcionar partindo-se do princípio de que o empreendedor tem boa-fé, já que ele já arca com todo o risco do negócio. Neste caso a prefeitura não poderia ser mais um obstáculo.
Para obter um alvará de funcionamento, caberia ao empreendedor preencher um formulário simples na internet informando que uma nova empresa está sendo aberta, e desde então estaria apta a funcionar. Deste ato abre-se prazo de 12 meses para que o empreendedor apresente ao município a documentação solicitada para a regularização do seu negócio. Somente vencido este prazo é que caberia à prefeitura proceder fiscalização.
Esta simples inversão da ordem das coisas permite que mais empreendedores tenham a chance de abrir o seu negócio, gerando emprego, renda e prosperidade para a nossa cidade.
#empreendedorismo #desburocratização

– Implementação de Bolsas na Educação municipal em parceria com a rede privada

Todos sabemos que um dos maiores desafios que as prefeituras encontram é o de se manter dentro dos limites de gastos com a Lei de Responsabilidade Fiscal, em especial o limite de gasto de 60% com servidores, e ao mesmo tempo atender as demandas constitucionais.
Também é notório que uma das maiores reivindicações da população é a Educação, vista a precariedade do sistema público.
Recentemente o Tribunal de Contas do Paraná divulgou um estudo que revela que em 2014 a Prefeitura de Curitiba teve um déficit de mais de 1600 vagas em pré-escolas.Este mesmo estudo dá conta de que a prefeitura teve um gasto anual de R$8090,81 por aluno, um dos maiores do estado, mas obteve um indice de eficiencia de gasto dentre os mais baixos. Isso revela que o dinheiro do curitibano está sendo mal empregado e nossa educação básica vai mal.
Em resposta a esta demanda propomos a implantação de sistema de vales (vouchers) ou bolsas para suprir estes déficits. Famílias cujas crianças estejam inscritas na rede municipal de ensino receberiam um vale ou uma bolsa para que estudasse numa das escolas ou creches particulares perto de sua casa ou do trabalho dos pais. Desta forma os pais poderiam escolher uma instituição que atenda as suas necessidades de deslocamento, qualidade de ensino e visão de mundo sem onerar a prefeitura com gastos que extrapolem as suas capacidades.
Ou seja: ao invés de alimentar e inflar a máquina pública, a prefeitura abre a oportunidade que empreendedores da área da educação supram esta demanda e dêem às crianças e às famílias que não poderia pagar uma escola particular a liberdade de escolher onde estudar com qualidade e comodidade.

– Resgate da importância da atividade legislativa

Entre janeiro de 2013 e o inicio deste mês, período da atual legislatura, foram promulgadas 677 leis ordinárias pela Câmara de Vereadores de Curitiba, a um custo total de R$542,5 milhões, ou R$802.066,47 cada.
Destas 677 leis, 200 foram de iniciativa do Executivo (prefeito), então não devem ser computadas como trabalho dos vereadores. As 477 restantes sim são fruto do mandato destes. Assim, o custo real para cada lei ordinária de iniciativa da Câmara Municipal foi de, na verdade, R$1.137.316,56.
Mas e se eu te disser que dessas 477 leis, 366 delas, ou 77%, foram sobre definição de nomes de logradouros públicos, datas festivas, outorga de títulos de utilidade publica ou de cidadão honorário? Você já ouviu falar no Dia Municipal de Prevenção à Mordedura Canina? Pois então! Ela foi promulgada este ano pela Câmara de Vereadores a um custo de R$1.137.316,56!
Das 111 leis ordinárias promulgadas restantes, poderia-se esperar então que fizessem algum sentido ou que tivessem alguma relevância na vida de cada um de nós, não é mesmo? Isto porque, desconsiderando as 366 leis inúteis, as 111 leis ordinárias restantes somariam um custo aos bolsos do contribuinte de, pasmem, R$4.887.378,38!!!
Mas infelizmente as más notícias não acabam por aqui! Destas 111 leis que se esperavam relevantes, uma grande parcela versa sobre repetições de previsões legislativas já existentes, pequenas alterações de normas já estabelecidas e que não raro tornam as mesmas contraditórias ou inócuas.
Este é o lamentável cenário do legislativo municipal.
Dos atuais vereadores de Curitiba, 36,7% exercem hoje pelo menos o terceiro mandato e estão confortavelmente acomodados em suas cadeiras sem nada acrescentar de produtivo à cidade. Prova disso é que a Lei Orgânica de Curitiba hoje impede o vereador de propor alterações no Plano Diretor, norma esta em total confronto com o previsto na Constituição do Estado do Paraná e com a Constituição Federal.
E os nossos vereadores acham que está tudo bem assim! Ou seja: muito do que é relevante para a cidade, é vedado ao legislativo municipal se pronunciar. Há uma excessiva, injustificada e inadmissível concentração de poder na mão do prefeito e para os atuais vereadores está tudo ok.
Vamos lutar para reaver a iniciativa legislativa sobre o Plano Diretor e trazer as decisões importantes do rumo da cidade para perto do cidadão pagador de impostos e cumpridor de seus deveres. Vamos também propor a simplificação do processo legislativo para leis de menos relevância e complexidade para que o vereador possa se dedicar ao que realmente lhe diz respeito, que é buscar, em conjunto com a sociedade e a prefeitura as melhores soluções para a nossa Cidade.

– Criação de aplicativo para denúncia de crimes integrando todas as Polícias

No primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado, Curitiba teve as seguintes estatísticas relativas à violência:

Crimes Contra a Pessoa: 9.920
Crimes Contra o Patrimônio: 22.824
Crimes Contra a Dignidade Sexual: 157
Crimes Dolosos Contra a Vida: 145

Curitiba está irreconhecível. O medo afeta a vida do cidadão de bem, que restringe e repensa seus hábitos por medo da criminalidade. Os bandidos estão soltos e nós, presos.

Além de pleno treinamento e equipamentos adequados, se faz necessária a integração da Guarda Municipal e os demais órgãos de segurança do Estado e para tanto temos uma proposta inovadora.
Com inspiração no sistema já adotado em Vitória, em que o 156 está integrado ao aplicativo Whatsapp propomos a implantação de um aplicativo que integre as centrais de denuncia da Prefeitura, Diretran, Polícia Militar e Polícia Civil, onde a população encaminharia a sua denuncia, acompanhada de videos ou fotos para facilitar eventual produção de provas e investigações. As denuncias seriam feitas obedecendo um critério de temas ou assuntos, e seriam de livre acesso aos órgãos competentes, agilizando assim direcionamento das forças policiais, investigativas ou administrativas e, até mesmo facilitando o registro de Boletins de Ocorrências.

Com um investimento baixo e o uso inteligente da tecnologia já amplamente difundida dos smartphones, podemos fazer a nossa parte e auxiliar as Polícias e a Guarda Civil a melhor servir o cidadão de bem.

– Lei de incentivo à caridade através de isenção fiscal

Já a vários anos estamos assistindo, perplexos, o desmantelamento da Fundação de Ação Social de Curitiba e as consequências desastrosas que a inação das últimas gestões trouxeram para a nossa cidade, sobretudo no campo da segurança pública.
Nossa cidade está abarrotada de pessoas que dormem sob as marquises desde a João Gualberto, passando pelo centro inteiro, até a República Argentina. A crise que o PT colocou o nosso país agravou ainda mais a situação fazendo com que famílias inteiras, assoladas pelo desemprego, não tenham um teto para se proteger, não lhes restando alternativa senão as ruas.
Caberia a FAS acolher essas pessoas, mas a atual gestão ignora solenemente o drama dessas famílias, que como se não bastasse não terem onde morar, estão tendo que dividir as marquises da cidade com viciados. E sabemos onde essa história vai dar. Mais pessoas passam a ingerir bebidas alcoólicas para se proteger de nosso inverno rigoroso e certamente, quando o inverno acabar já estarão imersas no vício. E do álcool para o crack, todos sabem que é um pulo.
Perdemos todos. Este é o processo de destruição de vidas. Da vida de quem vive na rua e da vida do cidadão que tem seu patrimônio, sua integridade física e até a sua vida ameaçados.
Tudo porque a gestão de Marcia Fruet transformou a Ação Social de Curitiba numa mãe omissa, que passa a mão na cabeça do filho de se joga no chão, faz birras e ameaças. A gestão de Marcia Fruet na FAS não atende o filho que precisa de amparo e cuidado e acaba punindo todos pelo erro de alguns.
O que poucos sabem é que as casas de amparo, instituições sem fins lucrativos, não recebem as doações que lhes são destinadas via FAS. Estas se perdem na burocracia e no descaso da máquina pública e jamais chegam a quem precisa.
O que propomos é a implementação de incentivos privados a assistência social mediante desconto no ISS e IPTU de empresas e pessoas físicas, nos moldes das Leis de Incentivo ao Esporte e a Cultura. Neste modelo caberia a FAS tão somente chancelar o projeto apresentado pelas instituições, autorizar o desconto, e fiscalizar o emprego das doações. Simples, direto e sem atravessadores estatais.
Temos que devolver Curitiba a todos os curitibanos.

– Isenções Fiscais e estrutura para atividades inovadoras e empreendedoras

O mundo muda e temos que mudar junto com o mundo.

A nova forma de gerir e criar empresas inovadoras é uma realidade que surgiu espontaneamente no Vale do Silício e hoje é uma tendência que começa a alcançar as universidades. Muitas pessoas se perguntam o que o Vale do Sicício, na Califórnia, tem DE MAIS para atrair tantas mentes brilhantes e inovadoras. Pois eu te digo que o Vale do Silício não tem algo DE MAIS. Tem algo DE MENOS: a presença Estatal. São pequenas cidades onde a inovação é fomentada pelo simples fato de não haver barreiras a criação de empresas, inovação. è um ambiente tão prospero porque lá impera a LIBERDADE e é por isso que é para lá que as grandes mentes se direcionam.

E apesar de sempre termos ouvido que o brasileiro é o povo mais empreendedor do planeta, a inovação passa ao largo da nossa realidade. Por que? Porque nosso ambiente é inóspito, severamente punitivo ao empreendedor e à inovação, seja pela má gestão de talentos, pelo capital caro, pela falta de infra-estrutura e sobretudo pelas altíssimas obrigações tributárias, a burocracia e a legislação trabalhista.

Precisamos criar um ambiente favorável ao empreendedorismo e a inovação em nossa cidade. A cultura empreendedora, os talentos e a diversidade nossa cidade já tem. Caberia a prefeitura sair do caminho no que diz respeito a questão de impostos, encargos e burocracia.

Já temos proposta para a desburocratização na liberação de alvarás de funcionamento, mas podemos fazer mais. Propomos:
– Desconto de IPTU e ISS para empresas de Co-Working
– Desconto de ISS para empresas que tenham sua sede fiscal e operacional em Co-Workings ou Home Offices.
– Utilização da estrutura ja existente em Ruas da Cidadania para incubação de StartUps.

Curitiba tem em sua história a vocação inovadora. Temos que resgata-la e fazer a nossa cidade mais próspera e moderna.






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